Uma coisa é falar sobre um momento. Ler notícias e textos que surgem de todos os lados, ouvir os inúmeros economistas e ex-políticos defender soluções que não implementariam se na verdade o pudessem fazer, analisar as diferentes projecções do impacto da austeridade.
Mas outra coisa é vivê-lo. Acordar num Sábado de Dezembro para as tarefas diárias sem expectativas de passear pelas luzes natalícias de Lisboa. Conversar com a família, debruçados sobre lista de amigos e familiares para decidir quem fará parte do restrito lote de presenteados. Enfim, sentir as repercussões de uma crise para a qual não sentimos ter contribuído.
A sensação é de desânimo.
Dar o salto
Há 1 semana
1 comentários:
...as palavras aqui de nada servem....è a frustação do não podermos fazer nada que impeça o descalabro do momento a que todos nós chegámos ...cada um de nós fez a sua parte e é este somatório tão negativo, onde não me revejo, que faz com que a tão propalada equidade de nada valha e nos faça voltar à memória do incrível neo estado novo. Tb choro desanimado...
Enviar um comentário